Created by

martareverendo
-
História
-
Renascimento
-
Age 14+
-
level: 10º
-
Portuguese
Author's Instructions
Uma luz demasiado viva não dá boas sombras. Desconfia do dia demasiado cru. Ao crepúsculo ou com nevoeiro, quando o sol ainda está velado pelas nuvens, nota o encanto e a delicadeza dos homens e das mulheres que passam pelas ruas sombrias, entre as paredes negras das casas, é a iluminação mais perfeita. Que a tua sombra, desaparecendo pouco a pouco na luz, funda como o fumo, como os sons de uma doce música. Lembra-te: entre a luz e a obscuridade, há um intermédio, tendo os dois como uma luz sombreada ou um dia sombrio.
Procura-os, artista; neste intermédio, encontra-se o segredo da beleza encantadora.
Leonardo da Vinci, Tratado da pintura, séc. XVI
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Uma luz demasiado viva não dá boas sombras. Desconfia do dia demasiado cru. Ao crepúsculo ou com nevoeiro, quando o sol ainda está velado pelas nuvens, nota o encanto e a delicadeza dos homens e das mulheres que passam pelas ruas sombrias, entre as paredes negras das casas, é a iluminação mais perfeita. Que a tua sombra, desaparecendo pouco a pouco na luz, funda como o fumo, como os sons de uma doce música. Lembra-te: entre a luz e a obscuridade, há um intermédio, tendo os dois como uma luz sombreada ou um dia sombrio.
Procura-os, artista; neste intermédio, encontra-se o segredo da beleza encantadora.
Leonardo da Vinci, Tratado da pintura, séc. XVI
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